Não te tenho.
Não importa.
Tenho a tua marca
No meu corpo,
No meu espírito,
No que penso,
No que sinto,
E até no que vejo.
Estás nas minhas alegrias,
Estás nas minhas tristezas.
Estás no meu dia a dia,
E nos meus sonhos.
Estás, afinal, comigo!
Helena
sábado, 9 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Mudar de ano
Amanhã mudo de ano.
De vida, não sei.
Mas faço balanço
Daquilo em que errei.
E, também, daquilo em que acertei.
Vou lembrar-me de ti,
Falar-te, talvez.
Vou sonhar que estás comigo.
E esquecer todo o pranto
Da ausência que aceitei,
Na esperança de apagar
Aquilo que hoje sei,
Ter sido erro ou má sorte,
Amar-te como te amei!
Helena
De vida, não sei.
Mas faço balanço
Daquilo em que errei.
E, também, daquilo em que acertei.
Vou lembrar-me de ti,
Falar-te, talvez.
Vou sonhar que estás comigo.
E esquecer todo o pranto
Da ausência que aceitei,
Na esperança de apagar
Aquilo que hoje sei,
Ter sido erro ou má sorte,
Amar-te como te amei!
Helena
Sei
De noite sei melhor
Aquilo que importa saber.
Porquê de noite?
Nunca cheguei a compreender.
Mas sei,
Isso sei,
Que é de noite
Que tudo
Julgo saber.
Helena
Aquilo que importa saber.
Porquê de noite?
Nunca cheguei a compreender.
Mas sei,
Isso sei,
Que é de noite
Que tudo
Julgo saber.
Helena
Poucos
Jugo saber
De mim.
E de alguns outros.
Poucos, sim.
Algo loucos
Ou talvez,
Quem sabe,
Loucos por mim!
Helena
De mim.
E de alguns outros.
Poucos, sim.
Algo loucos
Ou talvez,
Quem sabe,
Loucos por mim!
Helena
sábado, 12 de dezembro de 2009
Fé
Nunca soube a razão
De ser alegre.
Por não dar tempo à tristeza,
Habituei-me à alegria
E àquilo que ela gera.
Bom dia, boa noite,
Boa tarde, até.
Um sorriso, uma certeza,
De que a vida é, para mim,
Sobretudo,
Uma questão de fé!
Helena
De ser alegre.
Por não dar tempo à tristeza,
Habituei-me à alegria
E àquilo que ela gera.
Bom dia, boa noite,
Boa tarde, até.
Um sorriso, uma certeza,
De que a vida é, para mim,
Sobretudo,
Uma questão de fé!
Helena
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