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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Medos

À noite, às vezes, tenho medo.
Não sei de quê.
Nem de quem.
Apenas sei
Que oiço
O ruído do silêncio
Que a noite sempre tem!

Helena

3 comentários:

  1. no ruído do meu silêncio não me perco, traço pontos entre linhas imaginárias, os pontos reais, os pensamentos incorpóreos, e entre um ponto e outro anoto as variantes de silêncio que percebo: o silêncio do vento parado, o silêncio do ar respirado, o silêncio do meu coração, o silêncio da minha alma; custa-me mais ouvir a alma, esse silêncio que toco de uma a outra letra à música que faço no silêncio que afogo o estar de solidão

    há silêncios tão longos como uma noite longe

    Pedro

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  2. Entre les Deux Mon Coeur Balance
    (How Happy I Could be with Either)

    :-)

    Abraço
    Rita V.

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  3. quando o coração balança
    o que balança o corpo
    a mente que balança
    que tom balança
    de que som
    que ser
    tem

    [
    se não fizer sentido,
    porque há-de fazer sentido? :-)
    ]

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