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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Este país que eu amo!

Tenho pena deste país
Que merecia ser bem amado.
Pequenos, fomos grandes
Num distante passado.

Hoje não sabemos quem somos
São os de fora que nos definem,
Esquecidos de quem fomos,
E dos grandes que nos redimem.

A Europa, soberba e orgulhosa,
Só nos vê estender a mão.
A Alemanha, agora vitoriosa,
Já esqueceu a gratidão.
A França é outra história,
Que se espera seja honrosa,
E caminhe em contra-mão!

Dos grandes, não reza a história
Dos pequenos, menos ainda.
De Portugal queremos vitória,
Orgulho e honra infinda!

Helena

11 comentários:

  1. Gostei imenso deste texto! 'Este país que eu amo', o país do meu coração, o país que definiu a minha nacionalidade.. Um país com um passado grandioso que acaba por ser esquecido com os acontecimentos presentes.
    Voltaremos a ser grandes?
    um beijinho

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  2. Tenho a certeza, que sim, Helena.
    Como católicas, peçamos a Deus, que ilumine estes homens e mulheres.

    Demos mundos ao mundo.

    Abraço da Luz.

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  3. para o pais voltar a ser grande é preciso pessoas exigentes a tempo inteiro e de um grande líder... pessoas exigentes só temos quando as coisas as afeta quase diretamente e grandes lideres penso que já não existem nem aqui nem em parte nenhuma infelizmente.

    adorei o poema!

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  4. tudo o que a senhora escreve dá-me paz e tranquilidade, desde a prosa á poesia

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  5. Boas, Senhora Helena

    É o seu grito de revolta, não é um poema é algo mais, define o seu grito de ipiranga com a saudade do Portugal que tivemos pequenos e grandes ao mesmo tempo, a Alemanha e a França eram nossa família e ajudavam se mutuamente.

    Hoje não, hoje com as repúblicas é tudo muito diferente, é o sacar o máximo de capital dos desgraçados. Não há identidade, não há alma, não.

    Eu compreendi o seu grito.

    João

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  6. Trago assuntos que a Senhora Helena, desconhece, como por exemplo, os templários da ordem de malta que foram extintos pela igreja no tempo de D. Dinis e no mesmo tempo em França, foram expulsos da igreja católica e romana e apostólica e estes cavaleiros foram para Fez e Marrocos, e trago registos em alemão, e português arcaico. E mostra que o primeiro rei de Fez era cavaleiro da Cruz de malta o Jacob familiar da boémia.

    Outro assunto, o João V casou com Joana Matilde Fez, filha de buhazon V era parente a sangue a Maximiliano I ou Philippe I de Espanha e a Joana era neta de Gaspar benemerino da casa de Nuremberg, Hesse, de Fez e de Marrocos e trago em latim.

    A capital de Portugal na monarquia não mudou para Lisboa, não. E trago registos.

    O grito de ipiranga do Brasil, não existiu, a independência do Brasil ocorreu após 1910 da implementação da República em Portugal


    A vida na República contam muitas mentiras, para toldar a mente dos ignorantes e levar à avante os seus interesses

    João

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  7. Boa tarde, deixo lhe um site interessante relativo a Fez e a sua origem, que só recentemente facultei ao Senhor Frederico Mendes Paula, registos da ligação aos Vickings e Hesse, como também a origem dos primeiros senhores em Marrocos por Alexandre o Grande.

    Frederico Mendes Paula | Histórias de Portugal em Marrocoshistoriasdeportugalemarrocos.com › Nesse prefácio, David Lopes faz o elogio do autor desse livro, Joaquim Pedro de Oliveira Martins, incontornável historiador, cientista social e político português

    Este era o avô paterno de Joanna Mathilda Fez ou Ferz, minha 8 avô materna, casada com João V ou Vimarae

    ,& Richardo de Cábilla & Guilherme de Ferz, Alê de algús prelados do mefmo Reyn_Dom Martim Ferz , e Dom Vaasco Martins, crerigos en n« dieta See en no Jogar que chamam Cabido, que he dentro na clastra da dieta See em Cabido

    lD. O, M, B. M. V. Gaspar Serenissima Benemerina Familia, vijorque ; Otho de Brunsvvick

    Rege. qui mourut âgé de cent ans. lD.OMB.M.V. Gaspar Serenissima Benemerina Familia, vijorque ; Otho de Brunsvvick

    D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland

    Beschreibung von Fez und Marocco. (Addison. Description de Fez et du Maroc.) Nürnberg. 2 vol. in-12. 1672

    António Caetano de Sousa - 1738
    Coadjutor, e futuro fuccefor no Arcebipado de Evora, em que o confirmou o Papa com o titulo de Bifpo de Fêz, de que fe lhe expediraõ as Bullas a 28 de Junho de 1578. Com a perda delRey D. Sebatiaõ, retrocedendo a linha Real dos nofos

    1786 - ‎1289 du consentement de ses frères y), au Roi de Bohème WENcESLAv II. Diepoldisualde, lWrouvenslein, Lewenstein, Seydou e, Heyn, Statim, Tufenou e, Sumauy-Ferz, Caslrum Radeherg, Lybenteil, Vylin, Oppidum Radeberg, Lusenicz,

    Theutonio de Braganza, qui portera le titre d'évêque de Fez

    continuação

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  8. Buhazon V dominante cm Féz advertiodo prudente, que falto da repuado. elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal

    Maximilien , à retour d'Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l'Espagne

    oeph Aben Jacob, Miramamolin de Marruecos, y de Andaluzia,y de Murcia, y de Valencia, acompañado de treze Reyes (entre ellos los de Sus, Bugia, Sevilla, Cordova, Granada, Fez, y Algarbe)... D. Alvaro Perez de Catro fu hermano las de Fez de Lima

    Catilla con Maximiliano Rey de Boemia que gobernava aquellos Reynos, elde Velezfabiendo que fetratava de largar Artika, condolido . de que e hiziefe eto en tiempo que fe aumentava la mano a n enemigo el de Fez

    Jacob, premier Roi de la famille des BeniMerinis; Maximilien , à Ton retour d'Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l'Espagne contre cet ennemi commun.

    1832 - ‎Die stets unter den christlichen Königen herrschenden Zwiste machten den Arabern Muth zum Angriff, zu welchem sie den König Jacob von Marocco einluden - (entrou em Marrocos em 1195 pela ordem de São João filho de D. Dinis)

    promefa do Papa Bonifacio, com que ho apertasa logo fatisfez, porque fem fazer muito exame, nem ver has certas provas que fe requeriam ácerca do que contra hos Templarios fe dizia, nem (e guardar alguÚa ordem de direyto juizo foram em França todos prezos,e feusbeens tomados, e ElRey hos apropriou logo aasua Coroa, e affihonotificou logo aho | Papa, e mandou por fuas Bullas

    [ocr errors]
    que affi ho fizeffem todolos outros Rex,e PrincipesChritaãos em cujos Regnos, e Senhorios avia ha die éta Religiaõ, e foy logo prezo em Pariz ho Meftre do Templo, que era huň homem por linhagem, e autoridade de muy principaal devaçaõ, e avia nome Jacobo, e com elle feffenta nobres Cavalleyros da dicta Ordem, contra hos quaaes 'por artigos formados (e poz: Que aho tempo de fua profi||a5 que todos faziaõ fecreta, co/piaõ em Ch, fio Crucificado, e que indiflintamente, e feem efcuxa, e com efpecialidades feyas, e muy deshonetas, uzavam antre /y do abominavel peccado de contra natura, e que juravam que jufta, einjuftamente fempre a/i ajudariaö, e confervariaö ha dičia Ordem , e que elles Templarios como tredores daTeerra,e Caza Jāčiaforam cauza de fe perder corrutos de dadivas pelos infieis.

    E porque como ha noteficaçaó dete desfazimento logo geral, fe dice que ho Papa determinava atrebuir has teerras!, e beens defta Ordem do Templo aa Ordem do Esprital de S. Johač de Jerusalem, e ha El Rey D. Diniz pareceo que feria grande inconveniente pera ho affecego, e obediencia deseus Regnos ho que affi por iguaal medida tocava ha Caftella, enviou logo apótar epecificamente ha ElRey D. Fernando feu genro, que eftava no cerquofobre Algezira, hos pejos q ha elles, e ha eftes Regnos nefta concefaõ, e aa Ordem de S.Johaõ fe fizeffe viria, e ambos por effo fe concordaraó por contrato jurado, com pena de déz mil marquos de prata, que feendo cazo que ho Papa quizefe dar, ou atrebuir etes beens dos Templarios ha quaalquer Ordem (em fuas vontaades, e confentimento, que elles contratodos ho defendeffem, e nom confentiffem , e que huú fem ho outro cô ho Papa, nem outro quaalquer fe nom podefle fobre efte cazo concordar, nem fazer avença, e concerto, por quaalquer maneyra que foe foo ha dicta pena, obre fizeraõ contrato efcrito, e afelado com juramentos, e menagens de empre afi fe comprir, e que El Rey Daragam e quizee, como quiz, foe neta cõcordia,e chegoufe ho tempo do dićto Concilio,que ho dićto Papa Clemente V. atermou ahos Rex

    A igreja de hoje reclama para si a ordem dos templarios que encerrou, por causa de património, a Igreja de hoje não é Justa, não, está ao serviço de outros interesses e não da Fé.

    João

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  9. Os nossos entes queridos que imaginamos que estejam em paz, não é pelas lindas palavras de sacerdotes, não é com gestos e palavras que alma da pessoa é salva. A Igreja devia servir o ser humano na sua fé, dar explicações razoáveis o porquê de filhos, netos falecerem primeiro que os antigos, não é Justo.

    Esta igreja como outras, não tem resposta para o comum dos mortais, DEUS não pode ser tão mau, ao ponto de levarem primeiro os mais novos, não pode ser assim.

    A Fé das Igrejas, tem um só objectivo, dinheiro, do Santuario de Fatima tiram por cada peregrinação 54 milhões de euros, para quê isto ?
    Aonde está a Fé das pessoas que dizem representar Deus, aonde estão estas gentes, já questionei Bispos em Portugal e não respondem, porquê ?

    As pessoas que faleceram estão bem com certeza de paz de alma, para nós reconfortar a nossa alma.

    As Igrejas querem dinheiro em troca para salvar almas, já fui católico praticante, deixei de ser, sou cristão e só.

    João

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  10. Senhora Helena Sacadura Cabral

    Sabia que a sua família foi sempre conselheiros do rei e ministros no tempo da monarquia ?

    Sabia que a casa de Pasquier, sempre pertenceu a Portas ?

    4.° Catherine Pasquier de Franclieu, alliée à Louis Goeslard, avocat au parlement. X. Pierre PASQUIER DE FRANCLIEU, IV° du nom, écuyer, né le 16 mai 1595, servit dans les guerres de son temps, fut maintenu dans ses priviléges, par sentence de l'élection de Paris, du 30 juin 1634, et par ordonnance, du 10 juin 1641, et mourut, le 20 décembre 1666. Il avait épousé, le 29 juin 1622, Marie Portas, fille de noble homme François Portas, conseiller du roi, maître ordinaire des requêtes de l'hôtel de la reine Marguerite, sur la résignation duquel, Pierre Pasquier fut pourvu de l'office de conseiller du roi, bailli de Brie-Comte-Robert, et de Marie de Héere. Il laissa de ce mariage :

    Depois de França, vieram para Espanha com os Marqueses de Quintana de Castro Nuevo.

    Daqui vieram para Portugal, foram conselheiros do Rei em França.

    João

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