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sábado, 9 de janeiro de 2010

Lembrança

Lembro-te todos os dias,
Mas o rosto vai-se esvanecendo.
Não as mãos,
Essas reconheço-as, entre milhares.
Mas tudo o resto,
A voz, o riso,
O jeito de andar,
Vão-se perdendo.
Fica apenas a lembrança,
Dolorida e dolorosa,
Desse gosto de te amar.

Helena

3 comentários:

  1. vi-te a passar
    como se não visse a passar
    o gosto lento de paisagem parada
    o sorriso triste de viagem adiada
    o olá quase surdina
    o tempo lento
    o espaço vago
    passei que por ti passavas
    silêncios no gesto do olhar

    Pedro

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  2. Pedro, estou quase no fim das suas Linhas lidas devagar, a saborear. Daqui a dias escrevo-lhe a dizer o que senti!
    Bem haja!

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  3. O melhor alimento da minha alma são as palavras e aqui sacio-me!

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